Parceiros

A SERVIR-Amazônia é liderada por instituições internacionalmente reconhecidas que têm um forte histórico de realizações na aplicação de soluções baseadas na ciência para problemas de desenvolvimento.

Parceiros do Hub

SERVIR-Amazônia é desenvolvida pela Aliança Internacional da Biodiversidade e o Centro Internacional de Agricultura Tropical (CIAT), bem como uma rede de parceiros locais e internacionais servindo a região Amazônica, especialmente o Grupo de Informática Espacial (SIG), Conservação Amazônica (ACCA), o Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (IMAFLORA) e a Fundação EcoCiência.

CIAT, uma pesquisa internacional para a organização do desenvolvimento, é líder no centro de implementação do SERVIR-Amazônia. Formalmente estabelecido em 1967, seu objetivo é aumentar a prosperidade e melhorar a nutrição humana nos trópicos através de soluções fundamentadas em pesquisas em agricultura e meio ambiente. O CIAT tem atuado como protagonista e parte interessada durante os últimos 50 anos, e tem vínculos com organizações no setor público, privado e não-governamentais em toda a Região Amazônica.

CIAT traz uma gama de competências essenciais nos domínios temáticos prioritários para o SERVIR Amazônia: através de sua área de pesquisa em Agroecosistemas e Paisagens Sustentáveis, o Centro se posiciona como provedor de evidência nas abordagens de resiliência dos sistemas, eficiência de utilização de recursos, igualdade social, e subsistências locais. O CIAT também lidera o Programa de Pesquisa Global em Mudança Climática, Agricultura e Segurança Alimentar (CCAFS), que identificam e tratam das mais importantes interações, sinergias e trade-offs entra mudanças climáticas e agricultura. Finalmente, CIAT desenvolveu uma competência regional em uma grande gama de tecnologias geoespaciais dentro das áreas temáticas no SERVIR, incluindo: sistemas de monitoramento de previsão do tempo quase em tempo real capazes de alavancar o aprendizado da máquina para identificar perda de habitat, modelos adequados climáticos para o planejamento de paisagens climáticas resistentes, análise do cenário geoespacial a fim de auxiliar na resolução de conflitos concernentes à água ou avaliações de serviços no ecossistema que integram carbono do solo, biodiversidade, e orçamentos relacionados à água.

O CIAT é membro do CGIAR, uma parceria de pesquisas global que reúne organizações engajadas em pesquisas sobre segurança alimentar no futuro desenvolvida em todos os 15 centros.

SIG, um grupo de pesquisa do meio ambiente com sede nos Estados Unidos, estabelecido em 1998, reúne cientistas especialistas em análise das ciências geoespaciais, ambientais e socioeconômicas. O objetivo do SIG é auxiliar as partes interessadas a fazerem um gerenciamento bem fundamentado, da utilização da terra, e decisões políticas através de converter dados espaciais em conhecimento que possam ser utilizados em um mundo com condições ambientais em constante mudança. Esse grupo de pesquisas fornece uma grande gama de competência geospacial em áreas tais como ecologia, silvicultura, riscos de incêndio, bem como gestão de perigos, economia ambiental, planejamento urbano e regional, recursos naturais, gerenciamento de recursos de água, e funções do ecossistema.

O SIG é atualmente um parceiro do Consortium Hub no SERVIR Mekong e mantém a rede das Universidades formada pela Universidade de São Francisco, a Universidade de Vermont, a Universidade do Havaí, a Universidade da Califórnia e a Universidade do Colorado. Como parte do processo da fundação do Consortium, o SIG começou a desenvolver um Memorando de Entendimento (MOU) a longo prazo, com sua universidade irmã, a Universidade Javeriana, com base em Cali, Colômbia. O SIG irá compartilhar sua experiência e abordagem em mapeamento de recursos naturais, desenvolvimento de ferramentas, análises geoespaciais, e apoio presencial em decisões tomadas com decisores governamentais e principais grupos da sociedade civil na região da Amazônia. Além disso, a equipe de Tecnologia da Informação pode prover suporte para uma gama de gerenciamento de dados, armazenamento, e necessidade de distribuição na web para a existência do programa.

ACCA é uma organização peruana sem fins lucrativos que tem sido uma líder inovadora nas iniciativas de conservação, pesquisa e gerenciamento de biodiversidade na Amazônia desde 1999. Sua missão é proteger as mais diversas áreas naturais do planeta, treinar a próxima geração de conservacionistas, e fortalecer subsistência sustentável. A ACCA está sediada em Lima e tem escritórios regionais em Madre de Dios e em Cusco. Opera três estações de pesquisas biológicas de alto nível que oferecem um exclusivo gradiente altitudinal desde floresta nublada até encostas e até mesmo a planície Amazônica. É membro de inúmeras alianças relacionadas à Amazônia. A ACCA trabalha com a ACA (Associação de Conservação da Amazônia) – em Washington DC e com a ACEEA (Associação Boliviana para Pesquisa e Conservação dos Ecossistemas Andino-Amazônico na Bolívia. A estratégia de intervenção da ACCA é estabelecida baseada em quarto linhas programáticas: 1) Ciência e Educação, como forma de gerar informação e transferi-la para tomadores de decisão; 2) Proteção dos Habitats, identificando áreas de alto valor ecológico e social para a conservação; 3) Subsistências sustentáveis, com iniciativas rentáveis baseadas na utilização sustentável de recursos naturais a fim de melhorar a qualidade de vida de residentes rurais e de comunidades indígenas; e também, 4) A Identificação de Ameaças e Soluções de Avanço, nas quais a tecnologia, pesquisas e ações políticas possuem um papel importante.

Atualmente, a ACCA está focada no monitoramento de desmatamento através de satélites quase que em tempo real, apoiando o governo Peruano na melhoria da resposta política às informações de desmatamento. O MAAP (Projeto de Monitoramento Andino Amazônico) é dedicado ao monitoramento do desmatamento da Amazônia quase que em tempo real utilizando satélites com tecnologia de última geração. O MAAP foi lançado em 2015 com fundos de ciências aplicadas da NASA. O MAAP já publicou mais de 90 relatórios de alto impacto público (e outros 50 relatórios confidenciais para agências governamentais). Atividades adicionais incluem a promoção de um Sistema regional de áreas de conservação em Cusco, bem como a implementação de iniciativas locais para o gerenciamento de recursos naturais nos pontos críticos de desmatamento em Madre de Dios. Nossa abordagem é baseada em pesquisas científicas, com um eixo fundamental com estações tecnológicas, biológicas e trabalho de campo nos Andes Amazônicos.

O IMAFLORA é uma organização brasileira não-governamental sem fins lucrativos criada em 1995 com o objetivo de promover a conservação e uso sustentável dos recursos naturais, bem como gerar benefícios sociais nos setores florestais e agrícolas. Seu trabalho foca no gerenciamento do ecossistema e proteção da biodiversidade através de analisar como as atividades humanas impactam nos serviços ambientais.

O IMAFLORA fornece uma grande gama de perícia ambiental a fim de apoiar políticas de desenvolvimento sustentável local nas comunidades e em áreas protegidas. Seu trabalho também engloba agricultura resistente ao clima e silvicultura adaptada a fim de amenizar os impactos da mudança climática. O mapeamento agrícola e de áreas florestais do IMAFLORA tem como objetivo entender o impacto das atividades econômicas rurais e a utilização da terra para subsistência e no meio-ambiente. O IMAFLORA orienta o gerenciamento do ecossistema em conformidade com cadeias de fornecimento de produtos sustentáveis, construindo sistemas de rastreamento para o setor privado e consumidores em geral para um melhor entendimento dos impactos de suas ações no meio ambiente.

Os sistemas de rastreamento são parte dos programas de certificação ambiental, esforços complementares ao potencial do SERVIR-Amazônia a fim de trazer teledetecção para os esforços em terra para monitorar as atividades humanas. Desde a Declaração Rio no Meio Ambiente e Desenvolvimento (1992), o IMAFLORA tem trabalhado para promover princípios de Governo Aberto, buscando influenciar a construção das políticas florestais, agrícolas e climáticas observando os princípios de governo aberto – transparência nas decisões e na responsabilização perante a sociedade, a participação em políticas de participação e de controle social, e também a utilização de tecnologias que facilitam o cumprimento desses objetivos.

EcoCiencia é uma entidade científica Equatoriana privada e sem fins lucrativos, legalmente estabelecida em 23 de novembro de 1989. A EcoCiencia foi fundada com o objetivo de gerar informação de alta qualidade a fim de tomar as melhores decisões a favor da conservação da biodiversidade e o bem-estar da população. Esse desafio tem demandado a inclusão de abordagens mais abrangentes, completas e complexas. Por esse motivo, atualmente, a EcoCiencia tem uma equipe interdisciplinar composta de ecologistas, geógrafos, economistas, antropologistas, administradores, sociologistas e planejadores, que juntos, desenvolvem novas metodologias, criam ferramentas e sistematizam experiências no campo da conservação da biodiversidade e do desenvolvimento sustentável. A EcoCiencia apoia, compartilha e trabalha através de alianças com governos setoriais locais, municipalidades, conselhos provinciais, ONGs locais e comunidades, ou organizações de base, a fim de buscar soluções para problemas socioambientais no Equador

Parceiros de consórcio

O SERVIR-Amazônia opera como um núcleo regional promovendo colaboração entre governos, universidades, organizações não-governamentais, grupos comunitários, e cientistas americanos. O objetivo primordial é melhorar a capacitação local de usufruir dos dados de satélite bem como informações geoespaciais a fim de promover o gerenciamento de recursos naturais através do SERVIR-Amazônia. O Programa assina acordos de colaboração com parceiros para co-desenvolver serviços geoespaciais.

A Universidade de Rosário (Universidad del Rosario) foi fundada como o nome de Colégio Maior de Nossa Senhora do Rosário em 1653, onde agora é o Distrito Capital de Bogotá, Colômbia. Atualmente, a Universidade tem quarto faculdades (Ciências Naturais e Matemática, Economia, Estudos Internacionais, Políticos e Urbanos, e Advocacia) e três escolas (Gerenciamento, Ciências Humanas, e uma Escola de Medicina e Ciências de Saúde), que oferece 23 programas cursos de graduação, 68 especializações, 22 mestrados, e cinco doutorados. Atualmente, a universidade tem 43 grupos de pesquisa, 13 dos quais possuem as mais altas qualificações concedidas pela Colciencias. Através da Faculdade de Economia, a universidade estabeleceu um memorando de acordo com o SERVIR-Amazônia, a fim de promover uma troca de experiência e conhecimento em pesquisa, inovação e monitoramento de mineração ilegal na Colômbia, que serão realizados através do desenvolvimento e melhoria de modelo de inteligência artificial, Random Forest Model contribuindo a médio e longo prazo na melhoria do controle, monitoramento e vigilância de mineração por agentes do governo e da sociedade civil.

O Consórcio de Governos Autônomos Provinciais Descentralizados do Equador (CONGOPE) é especializado  no desenvolvimento de capacidades para o gerenciamento público dos governos provinciais de nível intermediário. O CONGOPE contribui na descentralização dos processos e produção de autonomia, através de melhoria contínua de suas capacidades a fim de fortalecer os processos de desenvolvimento sustentável nas províncias. Graças ao memorando de acordos entre o CONGOPE e o SERVIR-Amazônia, os Governos das Províncias de Morona Santiago, Napo, Orellana, Pastaza, Sucumbíos, e Zamora Chinchipe, trabalharão em conjunto para monitorar o gerenciamento do ecossistema na região da Amazônia equatoriana. Ambos os parceiros trocarão informações geográficas. Assim, o programa irá gerar desenvolvimento de capacidades na utilização de ferramentas geoespaciais e tecnologias.

O Ministério de Agricultura e Pecuária (MAG) é a instituição que governa e implementa as políticas agrícolas no Equador. Sua missão é promover a produtividade, competitividade e saúde do setor (com responsabilidade ambiental) através do desenvolvimento de capacidades técnicas, organizacionais e comerciais para produtores agrícolas em todo o país (com ênfase em produtores de pequeno e médio porte, e também os que pertencem à agricultura familiar camponesa), contribuindo à soberania alimentar. Dentre seus muitos papéis está a geração de geoinformação para a agricultura. O memorando de acordo estabelecido com o SERVIR-Amazônia visa combater a degradação do solo na Amazônia Equatoriana através do mapeamento do estado atual de degradação do solo no Equador através da utilização de tecnologias de ponta tais como sensor remoto em mapeamento digital, imagem espaciais via satélite de alta resolução e também sistemas de informações geográficas. Os mapas gerados irão incluir informações relacionadas, tais como carbono orgânico, erosão da água, e degradação química e biológica dos agroecossitemas.

O Serviço Nacional Meteorológico e Hidrológico do Peru (SENAMHI) é uma agência pública ligada ao Ministério do Meio Ambiente do Peru (MINAM). Sua missão é gerar e prover informações e conhecimentos meteorológicos, hidrológicos e climáticos oportunos e confiáveis que contribuem com a redução dos impactos negativos causados por fenômenos naturais de origem hidro meteorológica. O memorando de acordo assinado com o SERVIR-Amazônia busca gerar um sistema de informações que visam prevenir e monitorar alagamentos e eventos climáticos na Amazônia Peruana, que é baseado no compromisso de compartilhar pesquisas e aplicações resultantes de eventos extremos no bioma e na bacia Amazônica.

A Universidade Nacional Agrária de La Molina (Universidad Nacional Agraria La Molina – UNALM), é especializada em treinamento para os setores de agro florestação, pescaria, alimentação e econômico. É na alma mater que se gera e aplica conhecimento obtido através de pesquisas aplicadas básicas para o desenvolvimento sustentável do país. A universidade possui oito faculdades (incluindo a Faculdade de ciências Florestais), 12 escolas profissionais, uma escola de pós-graduação e seis institutos de pesquisa. A UNALM tem trabalhado com o SERVIR-Amazônia desde o início de 2019. Atualmente, através da assinatura do memorando de acordo, a UNALM e o SERVIR-Amazônia estão comprometidos a utilizar tecnologias geoespaciais mais recentes, compartilhando conhecimento e fortalecendo capacidades a fim de melhorar as tomadas de decisão com o objetivo de proteger os ecossistemas da Amazônia.

A Universidade de Engenharia e Tecnologia do Peru (Universidad de Ingeniería y Tecnología del Perú – UTEC) desenvolve projetos de pesquisa e foca sua visão e estratégia em ser uma aliada chave na América Latina para o desenvolvimento de pesquisas em gerenciamento de recursos de água e de interação sustentável entre a humanidade e o meio ambiente, entre outros. A UTEC compreende o Centro de Tecnologia e Pesquisa de Água (CITA) que desenvolve estudos em diferentes áreas de especialização tais como Mecânica dos Fluídos Ambientais, Hidráulica e Transporte de Sedimentos, Geomorfologia, Sistemas de Informações Geográficas, Hidrologia e Hidroclimatologia, Tratamento de Águas Residuais. No memorando de acordo estabelecido com o SERVIR-Amazônia, ambas as organizações se comprometem a promover o desenvolvimento de serviços de informação em Gerenciamento de Desastres e de Recursos de Água, que propiciarão um melhor entendimento do comportamento dos rios na Amazônia, fazendo projeções que facilitem a elaboração de política de decisões apropriadas para os habitantes locais, e como resultado, garantir segurança hídrica na Amazônia.

O Instituto Nacional de Pesquisa e Extensão Agrícola da Guiana (NAREI) é uma agência dentro da estrutura do Ministério da Agricultura. A NAREI é a principal organização responsável pelas atividades de pesquisa e extensão agrícola. Ela também está comprometida com esforços mais amplos na conservação da floresta e da biodiversidade na Guiana, particularmente no que diz respeito ao desmatamento, uso da terra e proteção da agricultura em regiões costeiras baixas.

A colaboração com a SERVIR-Amazônia promoverá o desenvolvimento de serviços de informação para mapear e monitorar a extensão e a estrutura das florestas de manguezais ao longo da costa da Guiana. Isto se baseará nos avanços significativos feitos na detecção remota de manguezais, o que permitirá à NAREI e suas partes interessadas fazer esforços mais amplos para conservar as florestas e a biodiversidade na Guiana.

A Universidade da Guiana é a única instituição nacional de ensino superior da Guiana. Foi criada em abril de 1963. Uma Unidade Florestal, para o estudo e pesquisa sobre o tema, foi criada em 1987 e, posteriormente, passou a fazer parte da Faculdade de Agricultura e Silvicultura. A virada do Milênio viu a formação da Escola de Ciências da Terra e do Ambiente (SEES) e a criação do Centro de Biodiversidade, pertinente às atividades desenvolvidas pela SEES e pela Faculdade de Agricultura e Florestas, além de um Centro de Informática (CIT). A Universidade da Guiana possui mais de 116 programas de graduação e pós-graduação e, em 2017, contou com mais 8.000 alunos matriculados, tendo já formado mais de 20.000 alunos.

Em 2021, o SERVIR-Amazonia e a Universidade da Guiana celebraram um MOU para o monitoramento e avaliação dos manguezais na Guiana, usando as mais recentes tecnologias geoespaciais e imagens de satélite para mapear a extensão e a estrutura das florestas de mangue ao longo do litoral.

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) é a estrutura do Governo do Estado do Acre responsável por planejar, coordenar, executar e fiscalizar as políticas ambientais estaduais e promover o agronegócio. Para tanto, estruturou o Centro Integrado de Geoprocessamento e Monitoramento Ambiental (Cigma).

Além disso, a SEMA é responsável pelos instrumentos de gestão ambiental do estado, que incluem zoneamento econômico ecológico, etnozoneamento e planejamento local do uso do solo com foco no desenvolvimento econômico. O acordo entre a SEMA-Acre e o SERVIR-Amazonia visa fornecer soluções geoespaciais para tornar mais eficiente o monitoramento dos ecossistemas, e das mudanças na cobertura e no uso do solo. Nos próximos dois anos, os signatários se comprometem a unir esforços para prevenir e reduzir os impactos ambientais, sociais e econômicos no estado, especificamente através do desenvolvimento conjunto dos três seguintes serviços geoespaciais: Previsão e Tipologia de Incêndios, Uso da ferramenta Collect Earth Online customizado de acordo às necessidades da SEMA, e Mudança Florestal e Regulamentação de Serviços de Ecossistema.

O Ministério do Meio Ambiente do Peru (MINAM) promove a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais, a melhoria da biodiversidade e da qualidade ambiental em benefício das pessoas e do meio ambiente de forma descentralizada e coordenada com organizações públicas e privadas e com a sociedade civil, no âmbito do crescimento verde e da governança ambiental.

Graças ao acordo estabelecido com o MINAM e o Programa Nacional de Conservação Florestal para a Mitigação da Mudança Climática (PNCBMCC), foi possível desenvolver a Ferramenta de Monitoramento Mineiro Radar (RAMI), que através do uso de dados de satélite da NASA, através do SERVIR-Amazônia, ela será mais capaz de erradicar a mineração ilegal e monitorar a mineração de ouro que o governo permitiu através da concessão de mineração.

SEMA é a estrutura do Governo do Estado do Pará responsável pela política estadual em relação ao meio ambiente, coordenando as atividades da agência ambiental do Estado, do Centro de Monitoramento Ambiental (CIMAM), bem como da Comissão de Monitoramento e Avaliação estabelecida no artigo 50 do Decreto Estadual nº. 1.835/2017.

A SEMA tem como missão promover a gestão ambiental integrada, compartilhada e eficiente, compatível com o desenvolvimento sustentável, assegurando a preservação, a conservação do meio ambiente e a melhoria da qualidade de vida. Uma parceria assinada com SERVIR-Amazonia procura fornecimento de soluções por intermédio da utilização de dados de satélites de observação da Terra e tecnologias geoespaciais, para tornar mais eficiente o monitoramento de ecossistemas, cobertura e uso do solo, e ainda fenômenos hidroclimáticos.

O objetivo final é detectar a possibilidade de incêndios, desmatamento e mineração ilegal no Pará.

Fundação Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Femarh) tem como objetivos promover, elaborar, gerir, coordenar e executar a política do meio ambiente e de recursos hídricos do Estado de Roraima, com a finalidade de garantir o controle, a preservação, a conservação e a recuperação ambiental, visando o desenvolvimento socioeconômico sustentável e a melhoria da qualidade de vida da população.

A parceria assinada com SERVIR-Amazônia fornecerá soluções por meio da utilização de dados ópticos e sensores remotos, para tornar mais eficiente o monitoramento de ecossistemas, cobertura e uso do solo, bem como de fenômenos hidroclimáticos.